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BNP assume culpa novamente em acordo de US$9 bi com EUA sobre sanções

O BNP Paribas <BNPP.PA>, pela segunda vez em nove dias, assumiu a culpa na quarta-feira por conspirar para violar sanções dos Estados Unidos, como parte de um acordo de cerca de 9 bilhões de dólares no qual o banco francês admitiu infringir embargos contra o Sudão, Cuba e Irã.

REUTERS

10 de julho de 2014 | 09h57

Procuradores tinham acusado o banco de processar bilhões de dólares por meio do sistema financeiro dos EUA em nome de sudaneses e outros barrados por abuso aos direitos humanos, apoio a terroristas e outras situações envolvendo a segurança nacional.

A juíza distrital dos EUA Lorna Schofield aceitou o pedido em uma audiência na corte federal em Manhattan.

O BNP Paribas admitiu ter conspirado entre 2004 e 2012 para violar o Ato de Emergência Internacional de Potências Econômicas.

O Departamento de Justiça dos EUA revelou o acordo recorde em 1o de julho, quando o banco assumiu a culpa na Justiça de Nova York, sobre as acusações de falsificar dados econômicos e conspiração.

(Por Joseph Ax e Nate Raymond)

((Tradução Redação São Paulo; 55 11 5644-7705))

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