BNP Paribas faz acordo e pagará US$9 bi em caso sobre sanções dos EUA

O banco francês BNP Paribas aceitou pagar quase 9 bilhões de dólares em caso em que é acusado de ter violado sanções dos Estados Unidos contra países como o Sudão. O grupo também enfrenta suspensão de um ano de parte de seus negócios em dólares.

REUTERS

30 de junho de 2014 | 20h13

A instituição também admitiu culpa em duas acusações criminais. O defensor geral do banco, Georges Dirani, apareceu brevemente em um tribunal estadual de Nova York para fazer a declaração de responsabilidade do grupo em uma acusação sobre falsificação de registros de negócios e em uma acusação de conspiração.

Autoridades norte-americanas descobriram que o BNP Paribas driblou sanções contra uma série de países na lista negra dos EUA, em parte por excluir informações de transferências bancárias para que pudessem passar pelo sistema do país sem levantar alertas.

"Por meio de uma série de esquemas de flagrantes para evitar a identificação e com o conhecimento de vários executivos seniores, os funcionários do BNP esconderam mais de 190 bilhões dólares em transações entre 2002 e 2012", disse em um comunicado de imprensa o regulador do Estado de Nova York, liderado por Benjamin Lawsk.

Nenhum indivíduo foi acusado na segunda-feira, mas as autoridades norte-americanas disseram que não concluíram suas investigações.

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