Boeing 787 volta a voar nos EUA após 4 meses de suspensão

Aeronaves ficaram paradas em todo o mundo após apresentar série de panes em janeiro deste ano 

Efe,

20 de maio de 2013 | 17h40

CHICAGO - O avião 787 Dreamliner, da Boeing, voltou a levar passageiros nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 20. Desde janeiro deste ano, após panes em suas baterias, o modelo estava impedido de voar em todo o mundo.

 

Serão 250 os passageiros que decolarão do aeroporto internacional da cidade de Chicago, em Illinois, pela companhia americana United Airlines.

A sequência de falhas apresentadas pelo 787 arranhou a credibilidade da Boeing. Uma das principais líderes do mercado, a corporação sempre teve a segurança de suas aeronaves como uma das principais qualidades. No entanto, em janeiro, foram nada menos que seis incidentes com seus aviões em menos de sete dias.

O mais grave dos casos ocorreu em 16 de janeiro. Após meia hora de viagem, foi necessário um pouso de emergência em Takamatsu, no Japão. A cabine dos pilotos chegou a ser invadida pela fumaça.

O motivo das panes foi o superaquecimento de suas baterias de íon-lítio.

Atualmente, ao todo, são 50 modelos 787 da Boeing distribuídos por companhias aéreas de todo o mundo. Estima-se que apenas a japonesa All Nippon Airways, a ANA, uma das principais clientes da Boeing, perdeu US$ 868,3 mil em receita, por mês, por avião parado.

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