Boeing não acreditava que curto na bateria do 787 levaria a incêndio

A Boeing disse na terça-feira que não acreditava que um incêndio poderia ocorrer durante a criação e teste do sistema de bateria de íon-lítio que fracassou em sua aeronave 787 Dreamliner.

Reuters

23 de abril de 2013 | 12h21

Sob questionamento em uma audiência investigativa no Conselho Nacional de Segurança nos Transporte, em Washington, o engenheiro-chefe responsável pelo 787 da Boeing, Mike Sinnett, afirmou: "Qualquer forma de curto circuito interno pode levar à ventilação desta célula e liberação de eletrólitos, mas nada mais do que isso."

Ele acrescentou: "A única vez que pudemos fazer uma célula liberar fogo foi com uma significativa sobrecarga."

Separadamente, Ali Bahrami, gerente de transporte aéreo para a Administração Federal de Aviação, disse que as condições especiais que a agência estabeleceu para a bateria atendiam as preocupações com a segurança da aeronave "de forma bastante eloquente".

Ele disse ainda: "Fizemos o melhor que podíamos sob as circunstâncias e o conhecimento que existia" na época para desenvolver os padrões para a bateria.

(Reportagem de Alwyn Scott e Andrea Shalal-Esa)

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