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Boicote de postos ao cartão eleva uso de cheque

O boicote dos postos de gasolina da região de Campinas ao pagamento com cartões de crédito praticamente duplicou as consultas de cheques recebidas pelas empresas de informações. A Associação Brasileira das Empresas de Informação, Garantia e Verificação de Cheques (Abracheque) estima que nos primeiros sete dias de suspensão de pagamentos com cartão naquela cidade tenha havido um acréscimo de cerca de 5 milhões de cheques, que acabaram substituindo o cartão como forma de pagamento.Os números da Abracheque, baseados também em dados da Federação do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis), consideram que aproximadamente R$ 370 milhões seriam transferidos para os cheques, considerando um valor médio de R$ 75,00 cada. De acordo com o presidente da entidade, João Montenegro, a inadimplência de cheques à vista, desde que consultados, é inferior a 0,5% e dos pré-datados, 1%. Nesta tarde, os donos de postos de combustíveis de São Paulo decidem se também aderem ao boicote, motivado pelas taxas administrativas (de 3% a 5%) cobradas pelas empresas de cartão.

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