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BoJ eleva avaliação econômica das 9 regiões do Japão

Tóquio, 21/10/2013 - O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) elevou a avaliação econômica das nove regiões do país nesta segunda-feira, marcando a segunda atualização positiva na avaliação do banco central das economias locais apenas neste ano. Essa foi a primeira avaliação das 9 regiões desde abril.

Agencia Estado

21 de outubro de 2013 | 05h44

A revisão em alta reflete "alguma melhoria observada do emprego e da renda, em meio ao aumento da demanda doméstica e o crescimento moderado da produção", disse o BoJ em sua última avaliação trimestral da economia regional.

O banco central japonês informou que oito regiões estão em recuperação ou se recuperando moderadamente, com exceção da região de Hokuriku, no noroeste do Japão. Essa foi a primeira vez que o BoJ usou a palavra "recuperar" para caracterizar as economias de Shikoku e de Hokkaido.

No relatório, quatro regiões viram as suas avaliações de investimento das empresas sendo elevadas, algo que o banco central considera crucial para estabelecer a recuperação da economia nacional.

Cinco regiões tiveram elevadas os seus pontos de vista sobre as condições de renda, enquanto o mesmo número de regiões viram a sua avaliação dos gastos dos consumidores ser elevada, informou o BoJ. Segundo o relatório, oito regiões se tornaram mais otimistas sobre a produção industrial.

Os investidores provavelmente examinarão o relatório, o que pode influenciar as opiniões do Conselho de Políticas do BoJ sobre a economia. Em sua próxima reunião de política monetária planejada para 31 de outubro, os nove membros da diretoria vão anunciar a sua previsão sobre a economia para os próximos três anos, o que pode indicar sobre a possibilidade de o banco central tomar medidas adicionais de flexibilização monetária.

Citando a forte recuperação econômica do Japão até agora em 2013 o BoJ manteve a sua meta de atingir a meta de inflação de 2% em um ano e meio. Mas a maioria dos economistas do setor privado diz que o banco tem que fazer mais. Alguns deles espera que medidas de flexibilização sejam tomadas no início de abril. Fonte: Dow Jones Newswires.

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