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BoJ mantém projeção de alta de 1,9% do CPI para 2015

O Banco do Japão (BoJ) manteve a perspectiva que indica que a inflação vai continuar subindo nesta quinta-feira, sugerindo que seja pequena a possibilidade de uma ação na política monetária no curto prazo.

AE, Agencia Estado

31 de outubro de 2013 | 06h13

Em seu mais recente relatório semestral sobre o crescimento e o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), os nove membros do conselho de política monetária do BOJ mantiveram a sua projeção de que o CPI vai subir 1,9% a partir de abril de 2015.

O BoJ atualizou a sua previsão para a inflação do ano fiscal atual que termina em março e para o crescimento do ano fiscal seguinte.

A inflação atraiu muita atenção porque as autoridades do BOJ tinham dito que iriam avaliar a aplicação de medidas de flexibilização adicionais se começassem a se sentir inseguros quanto a capacidade de cumprir a meta de atingir uma alta de 2% do CPI até o início de 2015.

O relatório ainda reforça a confiança do BOJ no programa de política do banco central. Mas a maioria dos economistas do setor privado dizem que depois de 15 anos de deflação, a "mentalidade deflacionária" já está enraizada entre os japoneses e que isso vai limitar a taxa de inflação do Japão em 1% apenas no ano fiscal de 2015.

Os conselheiros do BoJ esperam que o núcleo do CPI suba 0,7% neste ano fiscal, superior à sua previsão anterior de aumento de 0,6%. Para o próximo ano fiscal, o BC japonês espera um acréscimo de 1,3%.

Os membros do conselho da autoridade monetária japonesa esperam que a economia cresça 2,7% no ano fiscal de 2013. A previsão anterior indicava um produto interno bruto (PIB) de 2,8% para o mesmo período.

O BoJ elevou a sua projeção de crescimento para o ano fiscal de 2014 para 1,5%, de 1,3% na leitura anterior. O banco central manteve inalterada a sua previsão para crescimento do ano fiscal de 2015 em 1,5%.

Mais cedo, o conselho de nove membros manteve a sua política monetária inalterada e decidiu por unanimidade manter a sua política de aumentar a base monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes anualmente. Fonte: Dow Jones Newswires.

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