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Bolívia impõe prazo a petrolíferas para acordos sobre gás

Governo avalia possibilidade de criar fundo de estabilização para administrar renda da nacionalização do setor

Efe,

25 de julho de 2007 | 09h13

As petrolíferas estrangeiras que atuam na Bolívia devem assinar acordos de entrega de gás natural para os mercados interno e externo até 31 de julho, afirmou nesta terça-feira o ministro de Hidrocarbonetos boliviano, Carlos Villegas.   Durante um seminário sobre trabalhadores do setor energético, em La Paz, Villegas esclareceu que não haverá nenhuma ampliação do prazo.   Os acordos são um requisito estipulado nos novos contratos que o governo de Evo Morales assinou em outubro de 2006 com 12 empresas estrangeiras, entre elas a Petrobras.   Villegas também antecipou nesta quarta-feira que o governo está avaliando a possibilidade de criar um fundo de estabilização que ajude a administrar a renda derivada da nacionalização dos hidrocarbonetos, decretada há mais de um ano pelo presidente Morales.   "Daqui em diante, os recursos dos hidrocarbonetos terão um papel importante. Precisamos conhecer a experiência de outros países como a Noruega, instalar o debate nacional e assim chegar a acordos e consensos", disse o ministro.   Ele apontou o Fundo de Petróleo norueguês como uma "experiência bem-sucedida", que pode constituir o ponto de partida para analisar a criação de uma entidade semelhante, mas adequada às necessidades bolivianas.

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