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Bolsa: analistas recomendam ações defensivas

Como o momento é de muitas incertezas e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pode continuar em queda, os analistas recomendam que, entre as ações escolhidas, o investidor opte por papéis defensivos. "São empresas bem administradas e que não têm muito a perder, mesmo se a situação ficar pior", afirma o diretor da BankBoston Asset Management, Júlio Ziegelmann.Como opção, ele cita os papéis do Banco Itaú. "Não há possibilidade de ganhos espetaculares, mas, em caso de novas quedas na Bolsa, são ações que não devem recuar tanto, o que reduz a baixa total da carteira. Em 12 meses, a expectativa de ganho para as ações preferenciais é de 43,29%, considerando-se um preço-alvo de R$ 235 para a ação", avalia.Ele também recomenda as ações preferenciais da Votorantim Celulose e Papel, com preço-alvo de R$ 99 e perspectiva de ganho de 41,43% em 12 meses; da mineradora Caemi, com preço-alvo de R$ 395 e possibilidade de ganho de 42,6% no mesmo período; e da Ambev, com preço-alvo de R$ 590 e perspectiva de rentabilidade de 35,63% no mesmo período.O administrador de carteira da Deutsche Bank Asset Management, Felipe Mônaco Mônaco, aponta as ações preferenciais da Aracruz - empresa do setor de papel e celulose -, que será favorecida pela retomada do crescimento econômico. "A empresa exporta 95% da sua produção, portanto, a ação é considerada defensiva em função da alta do dólar. Com a retomada da Bolsa, a ação pode até subir, mas não tanto quanto a Bolsa como um todo poderá subir, mas é tida como um papel seguro", afirma.Veja nos links abaixo os demais setores e ações recomendados. Confira também as perspectivas para todo o mercado de ações.

Agencia Estado,

02 de outubro de 2001 | 12h31

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