Suamy Beydoun/Agif
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Dólar cai para R$ 4 e Bolsa fecha perto do recorde

Alta no Ibovespa teve influência de Vale e Petrobrás, que divulgaram resultados positivos no terceiro trimestre

Barbara Nascimento e Paula Dias, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2019 | 11h06
Atualizado 25 de outubro de 2019 | 19h10

Pelo segundo dia consecutivo, o dólar tentou, mas não conseguiu se sustentar abaixo dos R$ 4. A divisa tocou os R$ 3,99 no início da tarde desta sexta-feira, 25, na esteira de notícias de avanço na negociação entre Estados Unidos e China, mas rapidamente voltou ao nível anterior. Mesmo assim, terminou na menor cotação em mais de dois meses, desde 16 de agosto, e encerrou o dia em R$ 4,0079, uma queda de 0,91%. 

Para operadores ouvidos pelo Estadão/Broadcast, a menos que algum novo noticiário surpreenda os investidores, a tendência é que o dólar permaneça resistente nesse nível até o megaleilão de petróleo marcado para 6 de novembro. A expectativa é que o leilão movimente R$ 100 bilhões em investimentos. 

A moeda americana acumulou queda de 2,69% nesta semana e de 3,54% no mês de outubro. 

O Ibovespa encerrou o dia com ganho de 0,35%, aos 107.363,77 pontos, próximo da marca recorde registrada na quarta-feira. A alta foi sustentada pela combinação entre o otimismo com os resultados corporativos do terceiro trimestre da Petrobrás, Vale e bancos; o cenário externo favorável e a expectativa de novo corte de juros na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na próxima semana.

Mas os ganhos foram limitados por papéis também importantes na carteira do índice, como Ambev ON, que tombou 8,29%, liderando o ranking de perdas do Ibovespa. A gigante de bebidas apresentou resultado considerado mais fraco que o previsto pelo Goldman Sachs, que apontou decepção nos números da operação brasileira.

Com o resultado desta sexta, o Ibovespa encerrou a semana com valorização acumulada de 2,50% na semana, que foi a terceira consecutiva de avanço.

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