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Bolsa cai 1% e começa a semana abaixo dos 68 mil pontos

A alta de juros promovida pelo governo da China, anunciada no sábado, afetou negativamente o comportamento das bolsas pelo mundo nesta segunda-feira. A informação do novo aperto monetário, o segundo em dois meses, teve efeito mais nítido nas ações das empresas exportadoras de commodities, que fecharam em baixa. O desempenho destes papéis refletiu a percepção de que o consumo do país pode esfriar, o que afetaria a balança comercial de vários de seus parceiros. O Banco do Povo da China (PBoC) aumentou suas taxas de juros em 0,25 ponto porcentual, numa tentativa de combater a inflação. Com isso, passaram de 5,56% a 5,81% ao ano, no caso da taxa de empréstimo, e de 2,5% a 2,75% ao ano, para a taxa de depósito. As bolsas em Wall Street passaram a maior parte do dia no vermelho, mas fecharam ao redor da estabilidade. O índice Dow Jones cedeu 0,16%, o S&P 500 subiu 0,06% e o Nasdaq teve valorização de 0,03%. Castigada pelo recuo das ações da Vale - a ação PNA caiu 1,90% - e das companhias siderúrgicas, a Bovespa perdeu o patamar dos 68 mil pontos, encerrando na mínima da sessão. A despeito dos ganhos dos papéis da Petrobrás, a bolsa brasileira terminou em 67.803 pontos, em baixa de 1%, após quatro pregões consecutivos de avanço. O giro financeiro foi escasso e somou R$ 3,112 bilhões, o menor resultado de dezembro.

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2010 | 00h00

No câmbio, o dólar no balcão recuou pelo sexto dia seguido e ficou abaixo de R$ 1,69, cotado na mínima de R$ 1,689, em queda de 0,06%, Os juros futuros tiveram oscilações discretas na BM&FBovespa. O contrato com vencimento em janeiro de 2012 passou de 12,15% para 12,14%.

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