Bolsa cai com medo do terror e da crise na base aliada

A bolsa de São Paulo seguiu os demais mercados do mundo e encerrou o pregão desta segunda-feira em queda. A vitória dos socialistas na Espanha, os indícios de que a Al Qaeda é a autora dos atentados e ainda a crise na base aliada foram determinantes para a queda de 2,49%, em 21,234 pontos, com volume de R$ 1,038 bilhão. Nas bolsas dos EUA, o dia também foi de baixa, com a Dow Jones recuando 1,34% e a Nasdaq, perdendo 2,29%. A maior baixa foi Embratel ON, com desvalorização de 25,44%. Isso porque a controladora, a MCI, confirmou a venda a Embratel para a espanhola Telmex por apenas US$ 360 milhões, contra os US$ 500 milhões esperados pelos analistas esperavam. Já Embratel PN valorizou 7,28% - maior alta do índice. A explicação é de que as ações ordinárias (ON) pagarão um prêmio menor por causa do preço considerado baixo. O mercado de juros não ligou muito para clima de medo, nem para a crise com o aliado PL e se ateve aos índices de inflação ao consumidor, que, segundo analistas, seguirão em queda. Houve até um aumento na parcela dos que apostam em corte da taxa Selic na reunião do Copom que começa amanhã. A maioria, no entanto, continua acreditando em manutenção dos juros.

Agencia Estado,

15 Março 2004 | 18h51

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