Bolsa começa mês com alta de 3,42% e juros futuros recuam

A Bolsa de Valores de São Paulo iniciou o mês de março com alta de 3,42% e volume financeiro de R$ 1,126 bilhão. No noticiário econômico, repercutiram bem a possibilidade de mudança na contabilização do investimento público e das empresas públicas nos cálculos da meta de superávit primário ? arrecadação menos despesas. Além disso, o ministro Antônio Palocci engajou-se na chamada agenda positiva do governo e anunciou medidas para incentivar a construção civil, através de mudanças no financiamento. Sem novidades no cenário político, o mercado de juros reduziu mais um pouco os prêmios embutidos nos contratos. Segundo operadores, como o caso Waldomiro não tomou proporções que pudessem atingir figuras do primeiro escalão do governo, o mercado está aos poucos devolvendo a alta que as denúncias geraram nas taxas futuras. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os contratos com taxas pós-fixadas (DIs) com vencimento em janeiro pagavam juros de 15,58% ao ano, ante 15,77% ao ano na sexta-feira. O dólar comercial fechou em queda pelo quinto dia útil consecutivo, de 0,41%, a R$ 2,8940 - cotação mais baixa desde 27 de janeiro (a R$ 2,8700).

Agencia Estado,

01 Março 2004 | 18h52

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