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Bolsa de Buenos Aires estuda aceitar depósitos do "corralito"

O vice-presidente da Bolsa de Buenos Aires, José Cirillo, admitiu a possibilidade de a Bolsa realizar negócios com as aplicações em prazo fixo confiscadas pelo "corralito". Ele informou hoje que poderão ser emitidas ações das empresas preferidas que sejam atrativas para os poupadores, como parte do plano Bonex. "As empresas que já estão sendo cotadas podem aumentar seu capital e aceitar depósitos reprogramados como pagamento O objetivo da emissão seria cancelar passivos com o sistema bancário nacional", explicou Cirillo, após a reunião que manteve com os representantes de empresas cotadas em bolsa, o presidente da Bolsa de Buenos Aires, Julio Werthein, e o secretário de Finanças, Guillermo Nielsen. O assunto foi discutido com diretores de empresas como Irsa, Acindar, Banco Macro Bansud, Banco Boston, Molinos, dentre outras líderes. A medida faria parte do plano Bonex que o governo deverá anunciar na próxima sexta-feira, como adiantou o ministro de Economia, Roberto Lavagna.

Agencia Estado,

20 de maio de 2002 | 18h49

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