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Bolsa de São Paulo fecha a semana com queda de 0,72%

Dados negativos da indústria e consumo dos EUA derrubam o mercado financeiro internacional

AE,

14 de agosto de 2009 | 17h18

Os indicadores econômicos divulgados nos EUA abriram nesta sexta-feira, 14, uma janela de oportunidade para os investidores embolsarem lucros, depois de o Ibovespa ter fechado esta última quinta-feira, 13, acima dos 57 mil pontos, maior nível desde 6 de agosto do ano passado. Na primeira hora de negócios a Bovespa ainda conseguiu nos balanços brasileiros forças para avançar 0,25%, mas acabou se rendendo aos dados de produção industrial e confiança do consumidor dos Estados Unidos abaixo das expectativas e encerrou a semana em queda de -0,72% (56.638 pontos).

 

As bolsas norte-americanas reagiram com maior rigor ao dado de confiança, que levou os índices acionários a amargar perdas acima de 1%. Em Nova York, Dow Jones fechou em queda de 0,82%, enquanto que Nasdaq registrou baixa de 1,19%. Na Europa, o setor automotivo adicionou argumentos para a venda. Em Frankfurt, Volkswagen fechou em queda de 15,6% após anunciar a compra de 42% do braço de carros esportivos da Porsche até o final do ano. A bolsa em Londres fechou em queda de 0,87%, Frankfurt em baixa de 1,70% e Paris em retração de 0,83%.

 

O dólar começou o dia em queda ante o real e engatou trajetória de alta até encerrar esta sexta-feira em alta de 1,15%, cotado a R$ 1,852. A valorização se intensificou depois que saíram os dados da economia norte-americana, mal recebidos pelos mercados lá fora e aqui.

 

O mercado de juros local não encontrou razão para se desviar do rumo tomado nesta última quinta-feira. As taxas seguiram em baixa, com correção mais profunda nos contratos com vencimento em 2011, que chegaram a se alimentar, recentemente, da expectativa de que o timing de início da alta da Selic poderia ser antecipado.

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