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Bolsa de Tóquio fecha no maior nível desde junho de 2008

O mercado acredita que as ações se beneficiarão de uma iminente recuperação econômica japonesa

24 de abril de 2013 | 08h46

 A Bolsa de Tóquio fechou em forte alta nesta quarta-feira, com o índice Nikkei terminando a sessão no seu nível mais alto desde 24 de junho de 2008, com expectativas de que as ações se beneficiarão de uma iminente recuperação econômica japonesa.

O índice Nikkei subiu 2,3%, para 13.843,46 pontos, fechando em sua máxima intraday, após uma queda de 0,3% na sessão anterior. Este foi o maior ganho do índice desde 8 de abril.

Os níveis de participação permaneceram fortes, com 4,6 bilhões de ações negociadas sob o valor de 3,06 trilhões de ienes.

A queda acentuada no iene e um forte desempenho das bolsas dos EUA na terça-feira - incluindo ganhos sólidos do Bank of America - ajudaram a reforçar os principais índices desde o início.

"A leitura do PMI (Índice de gerentes de compras) tanto da zona euro quanto da China não foi animadora, mas o mercado do Japão não está reagindo como se houvesse problemas no horizonte", observou o estrategista de ações de uma corretora estrangeira.

No fim da tarde em Tóquio, o dólar mudava de mãos por volta de 99,54 ienes. A maioria dos outros mercados acionários da Ásia também registrou fortes ganhos. As ações pesos pesados lideraram o mercado. O SoftBank, a KDDI, e a Fast Retailing ganharam, respectivamente, 4,2%, 4,5% e 1,6%.

O SoftBank e outras ações relacionadas à Apple, incluindo os fornecedores de componentes do iPhone, não pareceram ter sido afetados adversamente pelo anúncio de lucros do segundo trimestre da Apple, que revelou a sua primeira queda de lucros em uma década.

Em geral, exportadores de tecnologia terminaram o pregão em alta. A Shin-Etsu Chemical ganhou 2,7% e a TDK adicionou 3,9%.

A Mitsubishi Motors subiu 20% depois de anunciar durante o pregão da manhã que quase triplicou a sua estimativa de lucro líquido para 38 bilhões de ienes para o ano fiscal recém-encerrado.

A empresa alegou que custos mais baixos de material e ganhos relacionados com o câmbio influenciaram o resultado. As informações são da Dow Jones.

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