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Bolsa de Tóquio sobe 1,2%

A Bolsa de Tóquio registrou ganhos sólidos nessa segunda-feira, com os investidores mantendo esperanças cautelosas de que haverá uma solução pacífica para a crise dos reféns japoneses no Iraque. As perspectivas positivas para a economia local também nortearam compras, principalmente de ações de bancos regionais e de empresas orientadas para o mercado doméstico. O Nikkei-225 subiu 145,19 pontos (1,2%), fechando em 12.042,70 pontos, após ter caído 195,08 pontos na sexta-feira, quando o mercado reagiu à notícia de que três cidadãos japoneses foram tomados como reféns no Iraque. O Topix, índice mais amplo por acompanhar o movimento de todos os papéis da primeira sessão, somou 15,71 pontos (1,3%), terminando o dia em 1.206,57 pontos. A crise dos reféns alimentou preocupações de que a administração do primeiro-ministro Junichiro Koizumi poderá ser abalada pela situação. Mas as autoridades japonesas afirmaram, ontem, que receberam notícias de que os reféns seriam libertados dentro de 24 horas. Mas o deadline venceu sem que houvesse a confirmação das libertações. Os investidores seguiram monitorando as notícias do Iraque, mas cresceu a percepção de que os problemas geopolíticos não devem ofuscar o bom momento da economia japonesa, o que garantiu o ímpeto de compras dessa segunda-feira.Na cesta de papéis favorecidos por compras estavam os das fabricantes de chips. A Tokyo Electron subiu 2,5%; a Advantest, 2,7% e a Kyocera, 1,2%. Entre os bancos, o UFJ Holdings avançou 4,3% e estabeleceu nova máxima no ano, fechando a 749 mil ienes. O Resona Holdings subiu 5,9%. Os bancos especializados em financiamentos regionais dispararam, com os analistas atribuindo os ganhos à esperança de que a recuperação do país deverá beneficiar esses bancos locais. O Fukushima Bank escalou 29%; o Kiyo Bank subiu 28% e o Hokkaido Bank, 27%. O Daito Bank fechou com alta de 26%.

Agencia Estado,

12 de abril de 2004 | 09h03

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