Renato Cerqueira/Futura Press
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Bolsa de Valores tem novo recorde e fecha em alta de 1,51%

Desempenho de 114 mil pontos foi impulsionado pela recuperação de ações de bancos e da Petrobrás, além de notícias amenas vindas do exterior.

Altamiro Silva, O Estado de S.Paulo

18 de dezembro de 2019 | 23h24

O Ibovespa registrou nesta quarta, 18, um novo recorde histórico, com alta de 1,51%, fechando aos 114.314,65 ponto. O desempenho foi impulsionado pela recuperação de ações de bancos e da Petrobrás, além de notícias amenas vindas do exterior. 

As Bolsas em Nova York passaram boa parte do pregão no azul e o Nasdaq, inclusive, conseguiu se sustentar em alta e terminar em nova máxima histórica, amparado nos setores de serviços de comunicação e tecnologia. 

Na véspera da divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), os investidores se mostram otimistas com o efeito do dólar mais fraco sobre os preços administrados. Agora, aguardam a explicação do Banco Central sobre o tema, uma vez que foi justamente a revisão em baixa, pela autoridade monetária, dessa “parte” da inflação, que ajudou a reduzir as estimativas para o IPCA no próximo ano. 

Ainda no que diz respeito à política monetária, o presidente do Federal Reserve (o banco central americano) de Chicago, Charles Evans, elogiou o quadro na economia dos Estados Unidos, mas ressaltou a fraqueza da inflação e disse não ter pressa para elevar os juros, ainda que não projete um novo corte. Em meio às declarações, aumentou as apostas em juro estável nos EUA em 2020. 

Por fim, o dólar terminou com pequena queda ante o real, de 0,12%, a R$ 4,0596 no mercado à vista. Ainda que o fluxo de saída de recursos do País tenha se mantido, a percepção é de que o ritmo já diminuiu. 

Segundo um executivo da tesouraria de um banco, o grosso das remessas e envios ao exterior de empresas e fundos pode já ter deixado o País, mas algum fluxo de saída deve ocorrer até amanhã, quando praticamente se encerra o ano para o mercado financeiro.

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