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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Bolsa de Xangai tem maior queda mensal desde 1994

O principal índice de ações da Chinacaiu 2,63 por cento na sexta-feira, terminando novembro comdesvalorização de 18 por cento. Foi a maior baixa mensal nabolsa desde julho de 1994. O índice Shanghai Composite terminou o dia a 4.871 pontos,depois de ter subido 4,2 por cento na quinta-feira em um dia derecuperação técnica. As ações da blue chip PetroChina ficaram entre as maisnegociadas e cederam 4,63 por cento na última sessão denovembro, para 31,52 iuans, depois de terem atingido os 31,50iuans durante o pregão, seu menor patamar desde que a empresafoi listada em Xangai em 5 de novembro. "Um preço razoável para a ação da PetroChina seria entre 27e 32 iuans", disse o analista sênior de ações da Shenyin andWanguo Securities, Qin Qimin. "É preciso mais tempo para aPetroChina encontrar um piso de estabilidade." Analistas disseram que qualquer futura recuperação na bolsachinesa pode motivar realização de lucros, devido ao fracosentimento no mercado. Investidores têm sido desencorajados pelo aperto dapolítica monetária no país, obstáculos impostos por autoridadespara o ingresso de recursos no mercado acionário e excesso denovas ações na bolsa, além de alta valorização e maior cautelanas bolsas de valores internacionais. Apesar disso, alguns analistas duvidam de mais quedassubstanciais no mercado chinês. "Após uma queda desse porte, eu realmente vejo potenciallimitado para uma nova queda acentuada", opinou o analistasênior da Shanghai Securities, Zheng Weigang, acrescentando queo índice de Xangai pode encontrar suporte entre 4.500 e 4.700pontos. O indicador caiu drasticamente do recorde registradodurante os negócios em meados de outubro, de 6.124 pontos, masainda acumula valorização de 82 por cento em 2007. De qualquer modo, o China Securities Journal publicou textocom especialistas afirmando que a bolsa de valores da Chinapoderá recuperar sua tendência de alta em 2008, impulsionadapela previsão de expansão da economia de 10,8 por cento e decrescimento anual de mais de 30 por cento nos lucroscorporativos.

CLAIRE ZHANG E LU JIANXIN, REUTERS

30 de novembro de 2007 | 08h20

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