Bolsa despenca 4%; dólar e risco Brasil disparam

Os mercados financeiros em todo o mundo tiveram uma quinta-feira de péssimos negócios, com o risco de alta de juros já em junho nos Estados Unidos e o preço do petróleo perto dos US$ 40 o barril (hoje houve discreta queda). No Brasil, as derrotas do governo na quarta-feira se somaram ao pessismo, afetando a bolsa, dólar, juros, o risco Brasil e os títulos da dívida externa. Nesta sexta-feira, a divulgação do desemprego nos EUA indicará os rumos dos negócios.O Ibovespa fechou em baixa de 4,17%, em 19.190 pontos, com volume negociado de R$ 1,171 bilhão. Em Nova York, as bolsas caíram e os juros subiram. O Dow Jones recuou 0,68% e a Nasdaq perdeu 1,00%. O dólar comercial fechou na cotação mais alta desde 18 de agosto de 2003, a R$ 3,001, com avanço de 1,56%. O risco Brasil subiu 53 pontos para 722 pontos, o mais alto desde 21 de agosto do ano passado. O C-Bond teve forte desvalorização de 1,5%, para US$ 0,902. No mercado monetário, o contrato de janeiro, o mais líquido, fechou o dia com taxa de 15,77%, o mais alto desde o dia 26 de fevereiro.

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