Bolsa dispara no mês e lidera com ganho de 13,79%

No ranking das aplicações financeiras do mês, mantendo a trajetória de alta verificada desde outubro, a campeã foi a Bolsa. A alta acumulada em novembro foi de 13,79% registrada pelo Ibovespa - índice que mede a valorização das ações mais negociadas das Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Na outra ponta, com perdas por volta de 7%, ficaram as aplicações atreladas à variação do dólar.Neste mês, a cotação da moeda norte-americana registrou uma queda de 7,52%, influenciadas principalmente pelos resultados positivos das contas externas do governo. Dessa forma, quem optou pela compra da moeda norte-americana, seja no paralelo ou através de um fundo cambial (quem além da correção do dólar, também paga uma taxa de juros prefixada), saiu perdendo. As quedas foram de 6,28% e 6,37%, respectivamente. Já variação do dólar oficial, que é a cotação de fechamento baseada na média da cotação do dólar comercial, foi ainda maior: 6,59%.No entanto, no acumulado do ano, as posições se invertem. A bolsa acumula uma queda de 15,26%, enquanto as aplicações atreladas ao dólar, respectivamente, o dólar paralelo, oficial e fundo cambial, têm ganhos de 22,22%, 29,32% e 37,36%.Entre dólar e Bolsa, ficaram os investimentos de renda fixa e a poupança. Segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), os fundos de renda fixa prefixados, que pagam uma taxa já conhecida no início do investimento, fecharam o mês com um ganho de 1,31%. Logo atrás ficaram os fundos DI, que acompanham as taxas de juros do mercado, com uma ganho de 1,37%; e os CBDs de 30 dias para média quantias, com ganho de 1,25%. A caderneta de poupança registrou ganho de 0,69%. Já o ouro, que meses atrás registrou alguns dos melhores resultados, foi o pior de novembro, com queda de 7,17%. O Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) de novembro, da Fundação Getúlio Vargas, ficou em 1,10%.

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