Bolsa em alta, juros e dólar estáveis

Hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operou em alta de 1,33%, na estréia da nova carteira teórica do Índice da Bolsa (Ibovespa). Como vários fundos seguem a composição do Ibovespa para oferecer rentabilidade semelhante. Com isso, os papéis novos ou com participação aumentada tenderam a sofrer altas, assim como os que saíram ou tiveram maior proporção no cálculo.A decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, desfavorável ao governo em relação à correção das contas de FGTS pelos expurgos dos planos Verão e Collor I, parece não haver afetado os mercados. Prevalece a visão de que o governo será capaz de absorver o rombo, calculado em até R$ 38 bilhões, no caso de todas as contas dos trabalhadores da época dos planos serem corrigidas. De qualquer modo, ainda não se sabe se isso ocorrerá, nem quando, ou de que maneira o governo evitará efetuar esses pagamentos.De maneira geral, tem predominado o bom cenário da economia brasileira, reforçada pela calma na economia norte-americana, com vários sinais de desaquecimento. Hoje, foi divulgado o índice de desemprego do mês de agosto, que passou de 4% para 4,1%. As bolsas dos Estados Unidos reagiram bem à notícia. O Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em alta de 0,21%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - fechou em alta de 0,67%.Num ambiente de estabilidade e com poucas notícias de impacto, os juros e o dólar sofreram pequenas variações. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagavam juros de 17,020% ao ano, frente a 17,040% ao ano ontem. O dólar fechou em R$ 1,8250, com alta de 0,05%.

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