Bolsa fecha em alta de 0,43% e juros futuros recuam

A forte presença de estrangeiros voltou a dar sustentação à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e contribuiu para o dólar fechar em queda forte, de 0,66%, cotado a R$ 2,8570 na ponta de venda das operações. O principal índice teórico da Bolsa paulista, o Ibovespa, que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa, fechou em alta de 0,43%, em 18.448 pontos. O volume financeiro somou R$ 1,067 bilhão. No mês, a valorização acumulada da Bolsa atinge 15,23% e, no ano, o salto é de 63,72%.Os dados sobre inflação continuam vindo a contento mas, nem por isso, o mercado avançou em suas apostas para a decisão sobre o rumo da Selic, a taxa básica de juros da economia. Hoje, primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado encerrou o pregão concentrado na idéia de um corte de 1 ponto porcentual na taxa, que atualmente está em 20% ao ano. O contrato com taxa pós-fixada (DI), negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), com vencimento em novembro, o que expressa a expectativa do mercado para a decisão de amanhã, encerrou o dia projetando um corte de 1,10 ponto. O DI com vencimento em julho de 2004, com o maior volume de negócios, recuou de 17,47% ao ano para 17,40% ao ano. No mercado acionário norte-americano, a Nasdaq ? bolsa que negocia papéis do setor de tecnologia e Internet ? subiu 0,82%, sustentada pelo bom resultado da Texas Components. A companhia anunciou que teve um lucro líquido de US$ 447 milhões no terceiro trimestre deste ano (US$ 0,25 por ação), após um lucro de US$ 188 milhões no mesmo período de 2002 (US$ 0,11 por ação). Já o índice Dow Jones ? que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa de Nova Iorque ? fechou em baixa de 0,31%.

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