Bolsa fecha julho com alta de 4,62% e acumula 20,44% no ano

A expectativa pela redução dos compulsórios ? parcela de recursos que os bancos devem recolher ao Banco Central - não se confirmou. O Conselho Monetário Nacional (CMN) se reuniu esta tarde mas, segundo adiantou o diretor de Normas do Banco Central, Sérgio Darcy, não tocou nessa questão. Investidores esperam esta medida como um estímulo do governo à queda de juros no mercado. Isso porque os bancos teriam um volume maior de recursos destinados ao crédito. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 0,72% e o volume financeiro somou R$ 565 milhões. No encerramento do mês, o ganho com ações foi de 4,62%, acumulando uma rentabilidade de 20,44% no ano. No mercado de juro futuro, os contratos com taxas pós-fixadas (DIs), negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros, com vencimento em janeiro de 2004, pagavam taxa de 22,100% ao ano, frente a 22,120% ao ano registrados ontem. O dólar comercial encerrou o dia no patamar de R$ 2,9650 na ponta de venda das operações, em baixa de 0,17% em relação aos últimos negócios de ontem. Com este resultado, a moeda norte-americana termina o mês de julho em alta de 4,33%, colocando-se como uma das melhores opções de investimento no mês de julho. Porém, no acumulado do ano, a moeda norte-americana permanece com depreciação frente ao real, de 16,24%.

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