Bolsa fecha no nível mais alto desde março de 2001

Impulsionaram o mercado acionário hoje a reabertura da captação com o bônus Global BR-11, o bem-sucedido desfecho das negociações do FMI com a Argentina, os avanços na reforma tributária ontem à noite, as previsões de queda de pelo menos dois pontos percentuais da Selic, a taxa básica de juros da economia, na próxima semana e a tranqüilidade do segundo aniversário dos ataques terroristas de 11 de Setembro. O Ibovespa ? índice que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ? fechou em alta forte de 1,93% e o volume financeiro do pregão paulista somou R$ 1,270 bilhão. Segundo informou a editora Aline Cury Zampieri, o Ibovespa fechou hoje no maior nível em pontos desde 7 de março de 2001, quando o indicador alcançou 16.395 pontos no fechamento. No mercado de juros futuros, os contratos com taxas pós-fixadas (DIs), negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), com vencimento em abril de 2004, pagavam taxa de 18,57% ao ano, frente a 18,62%. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira no patamar máximo do dia, cotado a R$ 2,9150 na ponta de venda dos negócios, em alta de 0,87% em relação às últimas operações de ontem.O risco Brasil ? taxa que mede a confiança dos investidores estrangeiros na capacidade de pagamento da dívida do país ? fechou em 671 pontos base, frente a 665 pontos base ontem. Já o C-Bond, principal papel da dívida brasileira negociado no exterior, fechou em 91,250 centavos por dólar, sendo que ontem foi negociado a 92,063 centavos por dólar.

Agencia Estado,

11 de setembro de 2003 | 18h37

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