Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Bolsa resiste à tensão em NY e sobe

Mais uma vez, desempenho dos papéis da Petrobrás amortece as influências negativas de Wall Street

Claudia Violante, Denise Abarca e Paula Laier, O Estadao de S.Paulo

10 de novembro de 2007 | 00h00

A Bovespa operou ontem sob volatilidade, cravando recorde de volume fora dias de vencimento, de R$ 10,698 bilhões. Escapou do mau humor em Nova York, mais uma vez graças às ações da Petrobrás e ao alívio pontual das bolsas americanas perto do fechamento. Os papéis da estatal valorizaram-se, embora bem menos que na véspera, ainda sob o efeito da descoberta da reserva gigante na bacia de Santos. O Ibovespa subiu 1,19%, em 64.320,6 pontos. Nos EUA, as bolsas recuaram, após um conjunto de notícias corporativas ruins e dados econômicos fracos. Os juros descolaram-se de Wall Street e cederam, com forte volume de negócios. O contrato para janeiro de 2010 ficou em 11,82%. O dólar operou dividido entre o quadro externo desfavorável e a perspectiva de entradas. Caiu 0,03% na BM&F, a R$ 1,7445, e avançou 0,06% no balcão, a R$ 1,746.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.