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Bolsa retoma 58 mil pontos e tem melhor nível desde o dia 9/12

Cenário:

CLAUDIA VIOLANTE, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2011 | 03h05

As principais praças internacionais voltaram à carga ontem, após o descanso de Natal, mas não tiraram a letargia dos negócios nesta última semana do ano. Com movimento fraco, as bolsas europeias fecharam sem direção única, mas, em sua maioria, com oscilações pequenas. Esse quadro se replicou nas bolsas norte-americanas, que fecharam de lado, e na Bovespa. O índice Dow Jones cedeu 0,02%, aos 12.291,35 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,01%, para 1.235,44 pontos, e o Nasdaq teve ganho de 0,25%, aos 2.625,20 pontos.

O giro financeiro no mercado doméstico melhorou em relação à segunda-feira, mas ficou muito distante da média diária de dias normais. Assim, o principal índice à vista da bolsa brasileira, o Ibovespa subiu 0,58%, aos 58.005,20 pontos - melhor marca desde 9 de dezembro -, com R$ 3,265 bilhões em negócios. No mês, acumula ganho de 1,99% e, no ano, queda de 16,30%. Com a agenda local esvaziada, as atenções se voltaram para os EUA, onde o principal destaque foi o índice de confiança do consumidor da Conference Board, que subiu para 64,5 em dezembro e ficou acima das projeções. Entre as ações mais negociadas, Petrobrás ON fechou com baixa de 0,04%, enquanto a PN avançou 0,14%. Vale ON subiu 0,66% e a PNA, 0,31%.

No mercado de juros futuros, a terça-feira foi de correção técnica à forte alta do dia anterior, quando chegou a precificar a hipótese de a taxa básica de juros, a Selic, não cair nem até 10% em 2012. Ontem, com a queda das taxas, as apostas em mais dois cortes de 0,5 ponto porcentual da Selic no próximo ano foram retomadas. Além disso, no fim do dia, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, confirmou negociações para obrigar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a retirar de sua carteira as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), que são corrigidas pela Selic. O Conselho Monetário Nacional (CMN) já havia determinado isso a outros fundos públicos, a fim de amplificar o efeito da política monetária e melhorar o perfil da dívida. Nesse ambiente, o contrato de juro futuro com vencimento em janeiro de 2013 cedeu à mínima de 10,08%, ante 10,18% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2014 recuou para 10,51%, depois de alcançar 10,64% na véspera.

O dólar à vista, por sua vez, teve mais um dia de oscilação curta, com movimento de US$ 1,855 bilhão. Ainda assim, a moeda norte-americana no balcão fechou em alta de 0,11%, na máxima do dia e cotada a R$ 1,8610.

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