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Bolsa sem CMPF é primeiro degrau para recuperação, diz Magliano

O presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), Raymundo Magliano, comemorou com moderação a aprovação definitiva, hoje, pelo Senado, da proposta de emenda constitucional que prorroga a CPMF até dezembro de 2004. "É o primeiro degrau para a recuperação da bolsa de valores no país", afirmou à Agência Estado.Segundo ele, a decisão tem um efeito simbólico importante para que a bolsa de valores seja reconhecida como um instrumento da sociedade brasileira para aumentar os meios de financiamento do crescimento. "Com isso, vai parar a sangria", disse.Segundo ele, as operações que hoje são feitas na Bolsa de Nova York poderão passar a ser feitas no Brasil, "paulatinamente". Magliano prevê que em dois anos as aplicações na bolsa de valores deverão crescer 30%, depois de uma queda de 37% em cinco anos. "Nosso próximo passo é fazer com que trabalhadores e pequenos investidores voltem-se para o mercado de ações", disse.Magliano reafirmou a agenda da Bovespa de defender a redução da taxação do Imposto de Renda sobre os ganhos de capital de 20% para 10%, por meio de um projeto de lei. Além disso, ele defende a aprovação de uma lei que permita ao trabalhador aplicar 2% do FGTS em ações. "Queremos também estimular a venda de ações das empresas aos seus empregados", informou.

Agencia Estado,

12 de junho de 2002 | 18h34

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