Renato Cerqueira/Futura Press
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Bolsa retoma os 117 mil pontos cenário exterior, mas, mesmo assim, dólar fecha em alta, aos R$ 4,14

Países devem assinar fase 1 do acordo nesta semana; dólar também avança, sendo cotado na casa dos R$ 4,13

Luís Eduardo Leal e Mateus Fagundes, O Estado de S.Paulo

13 de janeiro de 2020 | 12h19
Atualizado 13 de janeiro de 2020 | 18h57

Após seis sessões de queda, o Ibovespa iniciou a semana em terreno positivo, fechando com alta de 1,58%, aos 117.203,20 pontos - o segundo melhor fechamento da história, abaixo apenas da marca de 118.573,10 pontos alcançada na primeira sessão do ano. O giro financeiro foi de R$ 21,9 bilhões

Na mínima desta segunda, 13, o Ibovespa foi a 115.502,53 e, na máxima, a 117.333,11 pontos, atingida pouco antes do fechamento. O desempenho foi condicionado por dois segmentos com forte peso no índice: bancos e mineração/siderurgia.

Além disso, a semana traz indicadores importantes para balizar apostas sobre os próximos movimentos na política monetária: volume de serviços (terça-feira), vendas no varejo (quarta-feira) e IBC-Br (quinta-feira). 

Dólar

O dólar teve dia de forte alta no Brasil, destoando do otimismo visto na Bolsa e do comportamento de outras moedas de países emergentes e exportadores de commodities, algumas até fechando em queda ante a moeda dos Estados Unidos. O dólar comercial fechou em alta de 1,18%, a R$ 4,1418, maior valor desde 10 de dezembro e a maior variação porcentual em dois meses. No mercado futuro, a moeda para fevereiro subiu 1,32%, cotada em R$ 4,1520, na máxima do dia.

Especialistas do mercado de câmbio não viram um gatilho claro para o movimento desta segunda-feira. Entre os fatores ouvidos pelo Estadão/Broadcast, estão a perspectiva de mais cortes de juros pelo Banco Central (BC), por causa de indicadores fracos da atividade e possibilidade de menos pressão na inflação após a queda dos combustíveis, mudança na estratégia de fundos de investimento, cautela com o exterior e fluxo de saída de capital externo do Brasil.

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