Bolsa volta aos 63 mil pontos com apoio de Vale, bancos e varejo

A Bovespa valorizou-se ontem, amparada em ações de empresas ligadas a commodities e no desempenho dos índices acionários em Nova York. As bolsas norte-americanas minimizaram a queda de dois pontos, para 14, do índice de sentimento de confiança das construtoras norte-americanas em julho. Além disso, os investidores locais viram boas perspectivas para o comércio de commodities em duas notícias da China: a primeira, no fim de semana, de que o país vai manter a ''continuidade e a estabilidade'' das políticas macroeconômicas no segundo semestre; e a outra ontem, de que as pressões inflacionárias diminuíram desde o início do ano e não são um grande problema para o país. O Ibovespa amparou-se ainda no bom desempenho de papéis de bancos e do varejo e subiu 1,54%, aos 63.297,04 pontos. No mês, tem ganho de 3,88%; no ano, desvaloriza-se 7,71%. O giro financeiro somou R$ 6,734 bilhões, incluindo o exercício de opções sobre ações. A ação PNA da Vale avançou 2,61%, a R$ 38,50. Entre os bancos, Itaú Unibanco PN ganhou 2,30%. No varejo, Lojas Renner ON subiu 2,22%.

Cenário: Rosangela Dolis, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2010 | 00h00

Na Europa, o Comitê para a Supervisão de Bancos anunciará o resultado geral dos testes de estresse dos bancos europeus na sexta-feira Os resultados de cada nação serão divulgados em seguida. Em Nova York, o Índice Dow Jones avançou 0,56% e o Nasdaq, 0,88%.

No câmbio, o dólar subiu 0,28%, a R$ 1,7870 no balcão.

O mercado de juros ampliou as apostas de que o Comitê de Política Monetária do Banco Central vai desacelerar, amanhã, o ajuste da taxa Selic, com uma alta de 0,5 ponto porcentual. O juro para janeiro de 2011 caiu a 11,03%.

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