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Bolsas asiáticas reagem e fecham em alta

Mercados reverteram tendência de alta no meio do pregão, se recuperaram e encerraram com ganhos

TÓQUIO,

09 de dezembro de 2008 | 05h58

As bolsas asiáticas fecharam o pregão desta terça-feira, 9, com leves ganhos, esperando que o plano de estímulo dos Estados Unidos evite uma recessão profunda e a ajuda de US$ 15 bilhões para as montadoras. Apesar dos mercados terem aberto em alta, eles chegaram a inverter a tendência no meio da jornada, para se recuperarem em seguida. Veja Também: Entenda a disparada do dólar e seus efeitos Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise   O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio aumentou 66,82 pontos (0,80%), aos 8.395,87. O índice Topix, que reúne as ações mais negociadas, subiu 5,86 pontos (0,72%), para 817,94. Em Seul, o índice Kospi ganhou 0,79 ponto (0,07%), aos 1.105,84. Já o indicador de valores tecnológicos Kosdaq subiu 1,54 ponto (0,49%), para 318,25. O índice KLCI, de Kuala Lumpur, subiu 1,13%, e o Straits Times, de Cingapura, aumentou 5,11%. Em Bangcoc, a alta chegou a 1,60%. Em Jacarta, o aumento foi de 4,39% e, em Manila, de 1,38%. As Bolsas de Xangai, Hong Kong e Sydnei foram na contramão e registraram quedas de 2,54%, 1,65% e 0,57%, respectivamente. Ajuda às montadoras O governo dos Estados Unidos está em vias de fechar o pacote de socorro de emergência para as três maiores montadoras do País. A expectativa é que o Congresso vote ainda nesta terça-feira um repasse de cerca de US$ 15 bilhões para Ford, General Motors e Chrysler. O pacote utilizaria os recursos de um programa já existente de apoio às montadoras para o desenvolvimento de carros com uso mais eficiente de combustível. Em troca do dinheiro, as montadoras teriam de concordar com termos similares aos que as instituições financeiras aceitaram para receber os US$ 700 bilhões de ajuda. Segundo uma fonte ligada ao Congresso, alguns desses termos seriam: limitar o pagamento dos principais executivos, parar de pagar dividendos, dar parte dos ganhos futuros ao governo e garantir que os contribuintes sejam reembolsados antes de qualquer outro acionista.

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