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Bolsas da AL estão mais atrativas para investidor global

Estudo realizado pela Thomson Financial mostra que as bolsas da América Latina - especialmente a brasileira - estão mais atrativas para os investidores globais. Segundo o chefe do Departamento de Análise da Thomson Financial Brasil, Guillermo Mazzoni, "depois de muito tempo os mercados latino-americanos parecem recuperar a atenção dos investidores globais. A melhoria no contexto econômico internacional e rendimentos atraentes sustentam o movimento". Entre os três países com maior capitalização - Chile, México e Brasil - a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) é destaque, visto que apresenta a maior liquidez (volume e facilidade de negociação) e as melhores expectativas de lucro. Tanto que o fluxo de investimentos estrangeiros em ações negociadas no País ficou positivo em US$ 475 milhões nos primeiros sete meses do ano. No mesmo período do ano anterior, esse fluxo foi negativo em US$ 415 milhões.Ainda segundo a Thomson, a América Latina também se destacou na comparação com os países emergentes da Europa, África e Oriente Médio, por apresentar melhores perspectivas de lucro e preços atraentes e ter um nível de liquidez maior, fator determinante para os investidores que estão alocando suas carteiras globais.Na região, Peru e Colômbia são os mercados que apresentam a melhor relação Preço/Lucro projetado para 2003 (2,52 e 5,11 anos, respectivamente para o investidor recuperar o investimento). No entanto, a baixa liquidez destes mercados impede a presença ativa de investidores globais. O P/L projetado para o índice Bovespa (5,96 anos) ficou abaixo da média da América Latina (9,44 anos), do México (11,59 anos) e do Chile (17,56 anos). A bolsa brasileira também está mais competitiva em relação aos mercados acionários da América do Norte (19,40 anos), Europa (18,61) e Ásia/Pacífico (17,68 anos).

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