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Bolsas da Ásia fecham em alta em sessão volátil

As bolsas de valores da Ásia terminaram em alta nesta quarta-feira, com um baixo volume de negócios mantendo os preços voláteis e centrados em objetivos de curto prazo.

KEVIN PLUMBERG, REUTERS

26 de agosto de 2009 | 08h07

O petróleo permaneceu em torno de 72 dólares o barril, após uma alta surpreendente nos estoques norte-americanos.

O mercado lidou com o aumento nos preços de moradias nos Estados Unidos pelo segundo mês consecutivo, confirmando que uma recuperação está em andamento, segundo dados divulgados na terça-feira.

Contudo, investidores ainda buscam mais sinais de o crescimento poderá ser sustentado assim que o efeito dos maciços gastos de estímulo do governo acabar.

A volatilidade das ações chinesas força os investidores a assumirem posições sem convicção. A bolsa de XANGAI avançou 1,78 por cento, para 2.967 pontos, mas acumula queda de 14 por cento até agora em agosto e está a caminho de registrar o maior declínio mensal desde o ápice da crise financeira em outubro de 2008.

O movimento levanta dúvidas sobre se outros mercados acionários estão prestes a passar por uma correção.

O índice Nikkei, de TÓQUIO, ganhou 1,36 por cento, para 10.639 pontos, atingindo o mais alto nível de fechamento em 10 meses. O movimento foi impulsionado por dados econômicos dos Estados Unidos que fortaleceram esperanças de recuperação econômica, apesar do tom de cautela antes das eleições em 30 de agosto.

"Os dados (da economia dos Estados Unidos) são animadores porque apontam para uma contínua melhora econômica, mas o Nikkei não subirá tanto porque os investidores estão um pouco cautelosos sobre as chances de um ajuste. Afinal de contas, o indicador avançou 50 por cento desde março", disse Kenichi Hirano, diretor de operações da Tachibana Securities, em Tóquio.

"Os investidores não podem continuar puxando agressivamente o mercado para cima por causa da incerteza em relação às estratégias de saída (de medidas extraordinárias tomadas pelos governos mundiais) e porque é altamente provável que o Japão tenha uma mudança no governo", explicou Junichi Misawa, gerente sênior de fundos da STB Asset Management.

Ações da Toyota Motor tiveram oscilação positiva de 1,5 por cento, motivados pela notícia de que a montadora reduzirá capacidade de produção global e terá lucro operacional no ano fiscal de 2010.

Ações negociadas em SYDNEY ganharam 1,11 por cento, enquanto CINGAPURA subiu 0,37 por cento e SEUL 0,8 por cento. HONG KONG avançou 0,1 por cento, mas TAIWAN perdeu 1,32 por cento.

Às 7h51 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne as principais bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão operava estável, a 363 pontos. O desempenho do indicador é pressionado pela fraqueza dos setores de tecnologia e de consumo.

"As coisas pararam de ficar piores, mas um retorno à tendência de alta na produção e no comércio está distante ainda", afirmou Patrick Bennett, estrategista do Société Générale em Hong Kong.

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