Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Bolsas da Ásia sobem com resgate do Citi; riscos permanecem

As bolsas de valores da Ásia fecharam em forte alta nesta terça-feira após o governo dos Estados Unidos ter resgatado o Citigroup, em uma tentativa de evitar mais danos ao debilitado sistema financeiro global. Mas boa parte dos riscos de curto-prazo permanecem, incluindo a possibilidade de outras instituições financeiras necessitarem de resgate, o destino das montadoras de veículos norte-americanas e os indicadores que continuam a sinalizar mais dificuldades para a economia global. O crescimento da China pode desacelerar para o ritmo mais fraco em quase duas décadas no ano que vem, informou o Banco Mundial no mais recente prognóstico sobre a piora da situação da economia global, apesar dos esforços conjuntos dos governos. "O que nós estamos vendo é apenas otimismo e esperança no curto-prazo. Os dados econômicos dos EUA, Japão não são encorajadores. Então, o futuro não é promissor", afirmou Amitabh Chakraborty, da Religare Securities, na Índia. O índice MSCI das ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia às 7h43 (horário de Brasília) 3,01 por cento, operando em alta pelo terceiro dia consecutivo. O índice Nikkei da bolsa de TÓQUIO subiu 5,22 por cento, retomando as operações após um feriado na segunda-feira. As ações em SYDNEY dispararam 5,8 por cento e em HONG KONG a alta foi de 3,4 por cento. Enquanto isso, a bolsa de TAIWAN subiu 2,55 por cento, CINGAPURA avançou 2,03 por cento, mas XANGAI teve desvalorização de 0,44 por cento e a ÍNDIA recuou 2,6 por cento. O índice Kospi, da CORÉIA DO SUL, avançou 1,36 por cento.

RAFAEL NAM, REUTERS

25 de novembro de 2008 | 07h56

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