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Bolsas da Ásia sobem sem influência de alta de juro na China

As principais bolsas asiáticas fecharam com ligeira alta nesta segunda-feira, acompanhando a recuperação do dólar australiano e das commodities, enquanto os investidores apostam que o mais recente aumento da taxa de juro na China não mudará a perspectiva otimista para a economia mundial em 2011.

VIKRAM S.SUBHEDAR, REUTERS

27 de dezembro de 2010 | 08h00

O banco central da China elevou sua taxa básica de juro no sábado, a segunda alta em pouco mais de dois meses, em sua campanha para combater a inflação, que atingiu a máxima de 28 meses em cerca de 5,1 por cento em novembro.

O BC aumentou a taxa em 0,25 ponto percentual, para 5,81 por cento.

"Nossos economistas esperavam um aumento das taxas antes do final do ano, mas a divulgação da notícia no dia de Natal foi uma surpresa para o mercado", disse o vice-presidente do Barclays Capital em Cingapura, Chen Xin Yi.

"O impacto do movimento (da China) no momento de crescimento da economia real deve ser mínimo", afirmou o economista-chefe do JPMorgan na China, Qian Wang.

O índice MSCI de bolsas da região Ásia-Pacifíco com exceção do Japão subia 0,33 por cento às 7h57 (horário de Brasília), para 135 pontos.

A bolsa do Japão fechou com alta de 0,75 por cento, ampliando ganhos ante outros mercados asiáticos. O índice Nikkei acumulou alta de mais de 10 por cento no trimestre, comparado a avanço de 5,4 por cento do índice de bolsas da região.

Em XANGAI houve queda de 1,9 por cento. Na COREIA DO SUL houve baixa de 0,37 por cento. A bolsa de CINGAPURA subiu 0,49 por cento e a de TAIWAN cresceu 0,35 por cento.

Os mercados de Hong Kong e da Austrália não operaram nesta segunda-feira.

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