EFE/EPA/YONHAP
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Bolsas da Europa ensaiam recuperação, mas mercados da Ásia mantêm queda

Mercados internacionais têm 'sobe e desce' nos índices por conta da pandemia do novo coronavírus

Sergio Caldas e Felipe Siqueira, O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2020 | 06h47

As Bolsas da Europa ensaiam recuperação das perdas no pregão desta quinta-feira, 16, após dia de fortes recuos na quarta-feira, 15. Até então, os mercados do velho continente haviam acumulado cinco dias seguidos de ganhos, com o índice que representa o continente, chamado de pan-europeu Stoxx-600. Já na Ásia, os índices fecharam em queda, com exceção da China, que teve um aumento tímido. 

Investidores, assim como vem acontecendo desde o final de fevereiro deste ano, monitoram o impacto da pandemia do novo coronavírus na economia global, além de acompanhar planos iniciais de alguns países de começar a reverter medidas de restrição adotadas em função da doença.

Números dos mercados internacionais desta quinta 

Às 4h16, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres subia 0,36%, a de Frankfurt avançava 0,73% e a de Paris se valorizava 0,57%. Em Milão e Madri, os ganhos eram de 1,41% e 0,89%, respectivamente. Exceção, Lisboa caía 0,40%. 

Na Ásia, a maior queda foi registrada na Bolsa do Japão, com o índice Nikkei, em Tóquio, (-1,33%), seguido de Taiwan (-0,69%) e Hong Kong (-0,58%). No continente asiático, o único país a ter avanço, mesmo que de forma tímida, foi a China (0,31%). Na Oceania, a Austrália, principal mercado do continente, embora tenha apagado parte das perdas de mais cedo, o S&P/ASX 200 caiu 0,92%, a 5.416,30 pontos, após chegar a cair 2,2% no pior momento da sessão, reagindo em parte à queda do petróleo WTI a seu menor nível em mais de 18 anos.

Petróleo 

Os contratos futuros do petróleo ensaiam uma recuperação na madrugada desta quinta-feira, após o WTI atingir na quarta-feira seu menor nível em mais de 18 anos, à espera do relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) sobre o mercado da commodity.

Na quarta, a Agência Internacional de Energia (AIE) previu que a demanda global por petróleo vai sofrer queda recorde este ano em função do impacto da pandemia do novo coronavírus. A Opep, que no fim de semana fechou um acordo histórico com aliados para implementar um corte adicional em sua oferta. Às 5h28 (de Brasília), o petróleo WTI para maio subia 1,51% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 20,17 o barril, enquanto o petróleo Brent para junho avançava 0,87% na Intercontinental Exchange (ICE), a US$ 27,93 o barril. 

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