finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Bolsas da Europa oscilam com dados econômicos negativos

Mercados asiáticos fecharam em alta, mas com um fraco volume de negociações devido ao feriado nos EUA

Agência Estado,

28 de novembro de 2008 | 09h56

As bolsas européias oscilam nesta sexta-feira, 28, com a deterioração dos indicadores econômicos da zona do euro e com a percepção de que a Europa precisará de uma nova rodada de cortes expressivos de juros na próxima semana. Por volta das 9 horas (de Brasília), Londres subia 0,02%, Frankfurt caia 0,79% e Paris perdia 0,98%.   Veja também: De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise     Analistas afirmam que o Banco Central Europeu (BCE) terá de agir agressivamente e poderá reduzir os juros em até 1 ponto porcentual na próxima quinta-feira. É com essa visão que os investidores operam nesta manhã morna de sexta-feira, marcada pelo feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos.   A taxa de inflação na zona do euro registrou desaceleração recorde em novembro, despencando para 2,1%, de 3,2% em outubro, segundo estimativa preliminar da agência de estatísticas Eurostat. Já a taxa de desemprego na região subiu para 7,7% em outubro, ante dado revisado de 7,6% em setembro.   A perda de emprego tem sido mais acelerada na Espanha, onde a taxa de desemprego atingiu 12,8% em outubro, de 12,1% em setembro. Na zona do euro, o número de pessoas sem emprego aumentou em 225 mil para 12 milhões, enquanto na União Européia o número de desempregados cresceu de 290 mil para 17,2 milhões.   No Reino Unido, o volume de vendas entre os varejistas britânicas registrou o maior recuo 25 anos durante novembro, com a falta de crédito e o enfraquecimento da atividade econômica limitando a demanda por consumo, mostrou uma pesquisa da Confederação da Indústria Britânica.     Ásia   Os mercados asiáticos fecharam em alta, mas, em virtude do feriado do Dia de Ação de Graças, em razão do qual os mercados nos Estados Unidos estiveram fechados na véspera, os investidores estiveram cautelosos, o que imprimiu um fraco volume de negociações na maioria das bolsas regionais. A exceção ficou por conta da China, que caiu devido a fatores internos.   A Bolsa de Tóquio fechou em alta graças ao otimismo gerado em parte pelos planos da China para investir pesadamente em infra-estrutura básica, que puxou para cima as ações de empresas ligadas às matérias-primas, como as "trading houses". O índice Nikkei 225 ganhou 138,88 pontos, ou 1,7%, e fechou aos 8.512,27 pontos.   As preocupações de que a agressiva política de redução do aperto monetário por parte de Pequim possa indicar que a economia chinesa está em dificuldades mais profundas do que o esperado tiveram efeito negativo nas ações dos setores bancário e imobiliário. O índice Xangai Composto recuou 2,4% e encerrou aos 1.871,16 pontos. Já o Shenzhen Composto perdeu 0,9% e fechou aos 539,37 pontos.   Na Coréia do Sul, a Bolsa de Seul ampliou os ganhos pelo quarto dia consecutivo, impulsionada pela procura por pechinchas nos setores financeiro e de construção civil. O índice Kospi ganhou 1,2% e fechou aos 1.076,07 pontos.  

Tudo o que sabemos sobre:
BolsasEuropaÁsiacrise nos EUA

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.