Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Bolsas européias abrem em alta, seguindo Ásia

Temores com mercado de crédito norte-americano persistem; analistas esperam queda durante a semana

BBC e Reuters,

13 de agosto de 2007 | 09h11

As principais bolsas de valores européias abriram em alta nesta segunda-feira, 13, depois das grandes perdas na semana passada, embora muitos analistas prevejam que o mercado de ações vai continuar instável.    Veja também: Após injeção do BC, Bolsa de Tóquio fecha em alta de 0,21% Volatilidade nos mercados deve continuar, dizem analistas Japão injeta dinheiro, mas Bolsa de Tóquio abre em baixa Entenda os efeitos da crise do setor imobiliário dos EUA  Veja o comportamento dos mercados    A abertura em alta dos mercados europeus segue o que ocorreu na Ásia, onde as ações também voltaram a subir. O indicador que reúne as bolsas de valores asiáticas menos o mercado do Japão avançou 0,87%, para 459 pontos.   O índice Dax da bolsa de Frankfurt subia 0,5% no começo do pregão. Londres e Paris abriram com ganhos de 1,2% e 1,1%, respectivamente.   No Japão, a bolsa de Tóquio fechou com ganhos de 0,2%. Só nesta segunda, o Banco Central japonês injetou US$ 5,1 bilhões no sistema financeiro, em uma operação de uma semana.   No entanto, analistas prevêem que o nervosismo resultante da crise no mercado de crédito imobiliário de risco nos Estados Unidos deverá perdurar durante a semana.   O Banco Central Europeu (BCE) anunciou nesta segunda que irá injetar cerca de 48 bilhões de euros (cerca de R$ 120 bilhões) no mercado para melhorar a liquidez.   Esta é a terceira vez em três dias que o BCE intervém no mercado para evitar uma crise de grandes proporções.   O nervosismo nos pregões aumentou com a falência do banco americano de crédito imobiliário HomeBanc no final de semana.   Muitos analistas dizem que a alta das bolsas não deve continuar. Especialistas do banco ING prevêem que as cotações ainda deverão cair "de 4% a 6%".   No entanto, também há quem diga que a situação não está tão ruim assim.  O diretor do banco de crédito imobiliário alemão Eurohypo, por exemplo, afirmou que a empresa compensará logo as perdas causadas pela crise e que o mercado está "histérico".

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.