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Bolsas europeias fecham em alta com ações de setores cíclicos

Avanço do mercado asiático também serviu de impulso; índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subiu 1,41%

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

20 de agosto de 2009 | 14h30

Os principais índices do mercado de ações da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira, 20, impulsionados pelo avanço das bolsas na Ásia e pelo bom desempenho dos papéis de empresas mais dependentes da recuperação econômica, como montadoras e mineradoras. O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subiu 1,41%, para 229,65 pontos.

 

"Esta semana mostrou que, após as perdas acentuadas observadas na segunda-feira, o sentimento do mercado ainda é positivo e que o receio do momento é perder o barco conforme os índices avançam", disse Philip Gillet, operador do IG Index.

 

Em termos de mercados regionais, o índice FTSE-100 da Bolsa de Londres avançou 66,91 pontos (1,43%), para 4.756,58 pontos. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX subiu 79,08 pontos (1,51%), para 5.311,06 pontos. Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve alta de 54,98 pontos (1,59%), para 3.505,32 pontos. Em Madri, o índice IBEX-35 avançou 197,00 pontos (1,84%), para 10.892,50 pontos.

 

Entre as montadoras, a Daimler fechou em alta de 3,6%. A Renault subiu 5,2% em meio a notícias de que um tribunal de comércio da França deve aprovar a compra de uma fundição pela montadora no dia 5 de outubro. Fiat avançou 0,55%.

 

A Porsche, no entanto, caiu 1,4% após promotores da Alemanha vasculharem os escritórios da companhia em meio a investigações de que a companhia teria manipulado o mercado numa tentativa anterior de adquirir a concorrente Volkswagen. A Volks recuou 1,15%.

 

No setor de mineração, fecharam em alta BHP Billiton (+1,86%), Xstrata (+4,99%) e Anglo American (+4,36%). A Rio Tinto, que divulgou um declínio de 65% no lucro líquido do primeiro semestre, subiu 1% após informar também que reduziu sua dívida em US$ 14,8 bilhões durante o período.

 

No segmento financeiro, o UBS subiu 4,5% em Zurique após o governo suíço vender a participação que possuía no banco. Os investidores gostaram da notícia por acreditarem que daqui para frente o banco terá mais liberdade para definir contratações e salários. As informações são da Dow Jones.

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