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Bolsas européias fecham em alta e Bovespa mantém queda

Na Europa, ganhos no setor de utilidade pública e de telecomunicações impulsionaram os negócios

Agência Estado,

06 de fevereiro de 2008 | 15h22

As ações européias fecharam em alta nesta quarta-feira, 6, impulsionadas pelos ganhos no setor de utilidade pública e de telecomunicações enquanto as fusões e aquisições foram o foco do dia. Rumores de ofertas impulsionaram as ações do segundo maior banco francês, Société Générale, em meio a um fraco nível de negócios do setor financeiro. Operadores especulavam sobre uma possível proposta do banco HSBC ante o plano do Société de elevar capital. O HSBC não fez comentários.   Enquanto isso, as ações do BHP Billiton caíram mais de 7% após a Rio Tinto rejeitar uma oferta de compra de uma rival da BHP Billiton. O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações das empresas européias, subiu 0,63%, para 1.322 pontos.   Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,13%, a 5.875 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 1,22%, para 6.847 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,83%, para 4.816 pontos. Em Milão, o índice Mibtel encerrou em alta de 0,53%, a 25.805 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou valorização de 1,74%, para 13.037 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve alta de 1,16%, para 11.206 pontos.   Mercado no Brasil   No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda de 2,76%, às 15h40. A Bolsa abre depois de dois dias fechada por conta do feriado de Carnaval e a baixa desta Quarta-feira é um alinhamento ao patamar mais baixo das ações no mercado internacional, que caíram com força nos dois últimos dias. Só ontem a queda do Dow Jones foi de 2,93% - a maior desvalorização em um ano - e a Nasdaq teve baixa de 3,08%.   O fato é que os investidores continuam atentos à economia norte-americana e qualquer número divulgado pode sinalizar se o país caminha para uma recessão. Na terça, a piora veio depois da divulgação de dois indicadores calculados pelo Instituto de Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês).   O índice do setor de serviços atingiu em janeiro 44,6%, ante previsão de 53% dos analistas. Já o índice que mede a atividade dos negócios não-industriais despencou para 41,9% em janeiro. Em dezembro, estava em 54,4%. Nos dois casos, índices abaixo de 50% indicam contração da economia.   Nova York   Em Nova York, os negócios nesta quarta-feira começaram melhores. O Dow Jones opera com alta de 0,57% e a Nasdaq sobe 0,66%. Mais cedo foram divulgados os dados norte-americanos de produtividade e do custo da mão-de-obra no quarto trimestre.   Segundo o Departamento do Trabalho, a produtividade subiu 1,8%, em base anualizada, entre outubro até dezembro, depois de registrar crescimento de 6% no terceiro trimestre - dado revisado em baixa de estimativa anterior de elevação de 6,3%. A previsão dos economistas era de elevação de 0,5% na produtividade do quarto trimestre.   O custo unitário da mão-de-obra subiu 2,1% no quarto trimestre, abaixo da estimativa de elevação de 3,8% dos economistas. No terceiro trimestre, o custo da mão-de-obra havia caído 1,9% - dado revisado de queda de 2%.

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