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Bolsas europeias recuam, mas mineradoras dão sustentação a Londres

Enquanto alguns participantes continuam otimistas, outros não se mostram tão seguros, o que limita as oscilações de preço em um dia de baixa liquidez

Regina Cardeal, da Agência Estado,

30 de dezembro de 2010 | 08h50

Os mercados de ações da Europa operam, em sua maioria, em baixa. Os papéis de matérias-primas continuam a registrar ganhos, ignorando o aumento do juro da China do último fim de semana, e dão sustentação às mineradoras em Londres. Enquanto alguns participantes continuam otimistas em relação às perspectivas para as bolsas no próximo ano, outros não se mostram tão seguros, o que limita as oscilações dos preços em mais um dia de baixa liquidez.

Às 8h30 (de Brasília), o índice FTSE 100, de Londres, estava em alta de 0,13%, o DAX, de Frankfurt, caía 0,25%, e o CAC-40, de Paris, cedia 0,33%.

Em relatório a clientes, a Standard & Poor's Equity Research alerta que o sentimento do mercado é excessivamente altista e a complacência está extremamente baixa. No entanto, o S&P se mostra otimista para o longo prazo. "Embora seja provável uma digestão de curto prazo dos ganhos recentes, continuamos positivos em relação às ações em 2011", diz a nota. "Vemos a economia dos EUA continuando a se recuperar gradualmente e projetamos alta de 13,2% para os lucros por ação do S&P 500", acrescenta.

A S&P afirma que a economia da China deverá crescer 9% no próximo ano, com as medidas para apertar a política monetária conseguindo levar as atividades a um pouco suave. Para a Europa, a S&P prevê fortalecimento das economias do norte, o que, acredita, deverá compensar em grande medida a austeridade na periferia ao sul.

A continuidade do aumento dos preços das commodities ajuda os papéis do setor. Na London Metal Exchange (LME), os contratos futuros de cobre para três meses atingiram o recorde de US$ 9.550 por tonelada métrica, mais de US$ 100 acima da máxima histórica de US$ 9.447 de ontem. Em Londres, as ações da Fresnillo avançavam 1,5%, enquanto as da Antofagasta subiam 0,5% mais cedo.

Enquanto estão previstos poucos indicadores para a Europa nesta quinta-feira, a atenção dos corretores deverá se concentrar nos EUA, onde às 11h30 (de Brasília), o Departamento do Trabalho divulga os dados de pedidos de auxílio-desemprego referentes à semana até 25 de dezembro. O índice de gerentes de compras de Chicago e as vendas pendentes de residências serão divulgados, respectivamente, às 12h45 e 13h. As informações são da Dow Jones.

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