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Bolsas européias sobem com plano de ajuda ao Citigroup

Governo dos EUA concorda em tomar uma medida sem precedentes para estabilizar o 2º maior banco do país

Agência Estado,

24 de novembro de 2008 | 07h55

As principais bolsas da Europa iniciam a semana em alta após o governo dos Estados Unidos anunciar um pacote de resgate para o Citigroup, o segundo maior banco do país. Na semana passada, as ações do grupo despencaram mais de 60% em meio a incertezas sobre o futuro da empresa. A expectativa sobre a equipe econômica de Barack Obama também dá suporte aos mercados europeus nesta manhã. Às 7h40 (de Brasília), Frankfurt subia 3,35%, Londres registrava alta de 4,38% e Paris ganhava 4,12%.   Veja também: EUA vão injetar US$ 20 bilhões para salvar o Citigroup Todas as notícias sobre o Citigroup  De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise    O governo federal dos EUA concordou em tomar uma medida sem precedentes para estabilizar o Citigroup, dando garantias de cerca de US$ 300 bilhões para os ativos do portfólio do banco que estiverem em dificuldades, de acordo com pessoas familiarizadas com os detalhes do plano. Além disso, o Tesouro americano concordou em injetar adicionais US$ 20 bilhões em recursos na instituição.   Na sexta-feira, o nome de Timothy Geithner - presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de Nova York - para o Tesouro agradou e provocou a disparada das bolsas norte-americanas no final do pregão - movimento que também ajusta as bolsas da Europa nesta segunda. A expectativa é de que Lawrence Summers seja escolhido para o Conselho Econômico.   Apesar da alta das bolsas nesta segunda, a percepção sobre a economia mundial continua extremamente negativa. Prevalece a avaliação de que a economia real sentirá fortemente os efeitos da turbulência financeira em 2009, um ano que guardará aumento do desemprego e retração do consumo.   Por aqui, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) recuou 6,45%, aos 31.250,60 pontos na sexta-feira. Na semana, a baixa atingiu 12,68%, elevando a queda no mês a 16,12% e a do ano a 51,08%. O índice oscilou entre a mínima de 31.081 pontos (-6,96%) e a máxima de 33.403 pontos (-0,01%).   Ásia   As bolsas asiáticas fecharam o primeiro pregão da semana em baixa, ainda com a incerteza sobre o futuro do Citigroup, já que o plano de ajuda ainda não havia sido anunciado, e à espera da escolha do presidente do Fed de Nova York, Timothy Geithner, para o cargo de secretário do Tesouro na gestão de Barack Obama. A Bolsa de Tóquio não funcionou por ser feriado no Japão.   O índice Kospi da Bolsa de Valores de Seul, na Coréia do Sul, fechou em baixa de 33,59 pontos (3,35%), aos 970,14. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,80%. O seletivo KLCI, de Kuala Lumpur, perdeu 0,82%. Já o indicador Strait Times, em Cingapura, caiu 2,07%.   O índice SET, da Bolsa de Bangcoc, perdeu 1,82%. Jacarta e Xangai também fecharam em baixa de 1,02% e 3,67%, respectivamente.   (com agências internacionais)

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