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Bolsas têm recordes; juros sobem

Balanços positivos nos EUA se sobrepõem a temor com setor de moradia;mercado reavalia corte futuro da Selic

Denise Abarca, Claudia Violante e Silvana Rocha, O Estadao de S.Paulo

21 de julho de 2007 | 00h00

Os bons resultados de empresas do setor de tecnologia nos EUA deram suporte às Bolsas e neutralizaram o temor de contágio dos problemas no mercado imobiliário de segunda linha (subprime) sobre outros segmentos. Tanto que o Dow Jones atingiu inéditos 14.000,4 pontos (+0,59%). E a Bovespa bateu o 32º recorde do ano, aos 58.124,6 pontos (+0,99%). Os juros na BM&F subiram, reagindo ao placar dividido do Copom deste mês, que reduziu em 0,50 ponto a Selic, para 11,50% ao ano, confirmando as projeções. Boa parte do mercado prevê, agora, eventual desaceleração do ritmo de queda do juro básico para 0,25 ponto a partir de setembro. O juro de janeiro 2008 avançou a 11,04%, e a taxa de janeiro 2009, para 10,72%. O dólar caiu para R$ 1,8535 (-0,35%) na BM&F e a R$ 1,854 (-0,32%) no balcão. O risco Brasil cedeu a 160 pontos-base.

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