Ueslei Marcelino/Reuters
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Covid-19

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Bolsonaro diz que não está prevista ampliação de auxílio emergencial

Segundo o presidente, cada uma das três parcelas de R$ 600 para trabalhadores que perderam renda na crise vai custar ao governo cerca de R$ 30 bilhões

Marlla Sabino, O Estado de S.Paulo

27 de abril de 2020 | 10h43

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 27, que, no momento, não está prevista a ampliação do pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, destinado a trabalhadores informais que perderam renda com a crise provocada pelo novo coronavírus.

“São três parcelas de R$ 600. Não está prevista ampliação, até porque cada parcela está na casa um pouco acima de R$ 30 bilhões”, disse.

Questionado sobre destinar o auxílio para outras categorias, Bolsonaro afirmou que, se for convencido e o governo tiver recursos, poderá estudar a medida.

O Congresso aprovou projeto que estende o auxílio emergencial outros grupos, como mães adolescentes. O benefício também seria pago em dobro para pais solteiros. O presidente pode sancionar o texto integralmente, parcialmente ou vetar.

“Isso daí por enquanto não está previsto isso daí. Se houver necessidade, se nos convencerem e se tiver recursos para tal, a gente estuda e defere ou não”, disse o presidente.

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