Gabriela Biló/ Estadão
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Bolsonaro pode participar de reunião para discutir alta do combustível

Segundo o presidente, preço deve se estabilizar depois do aumento causado por tensão entre EUA e Irã

Mateus Vargas, O Estado de S.Paulo

06 de janeiro de 2020 | 10h07

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 6, que o preço do combustível deve se estabilizar após alta causada por tensões internacionais. A preocupação sobre o valor se dá depois do ataque dos Estados Unidos no Iraque que matou o general iraniano Qassim Suleimani

"Reconheço que o preço está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos EUA e Iraque, do general lá que não é general e perdeu a vida, não houve... o impacto não foi grande. Foi 5%, passou para 3,5%; não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", disse o presidente em frente ao Palácio da Alvorada.

Bolsonaro afirmou que avalia participar de reunião na tarde desta segunda sobre a alta do combustível. "Está previsto hoje, por volta de 16h. Se eu tiver oportunidade, vou ver com Bento (Albuquerque, ministro de Minas e Energia), se é o caso de eu comparecer, dada a gravidade do assunto."

Ele disse que tem orientado a sua equipe de governo a mostrar as razões do alto preço de combustível e citou que há impacto por impostos federais, ICMS, monopólio da distribuição, além de margem de lucro. "Porque cai tudo no meu colo. Parece que sou responsável por tudo."

O presidente voltou a afirmar que não tabelará preços de combustível. "Políticas semelhantes no passado não deram certo", disse.

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