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Bonecas negra e asiática saem de linha e fábrica é acusada de racismo

Empresa American Girl enfrenta onda de protestos na internet por causa do anúncio da aposentadoria de duas bonecas étnicas

Economia & Negócios,

28 de maio de 2014 | 16h11

  

SÃO PAULO - A fabricante de bonecas American Girl, dos Estados Unidos, enfrentou uma onda de protestos na internet quando anunciou, há duas semanas, o fim da produção de dois de seus modelos mais conhecidos.

"Em breve, vamos dizer adeus à Marie-Grace, Cécile, Ruthi e Ivy", anunciou a empresa em sua página no Facebook. "Complete sua coleção enquanto durarem os estoques, pois as quantidades são extremamente limitadas", acrescentou a empresa.

Rapidamente o anúncio ganhou repercussão, pois a boneca Cécile é a única boneca afro-americana da sua linha de produtos, e Ivy, a única asiática.

O post do Facebook, desde então, gerou milhares de comentários, inclusive do relações públicas da American Girl para rebater os motivos raciais citados por internautas.

A empresa assegura que o fim das duas bonecas é uma escolha que diz respeito apenas à estratégia de negócios, para atualizar sua oferta em relação ao mercado

"Estamos aposentando esses personagens como parte desta mudança de estratégia, mas continuamos incrivelmente orgulhosos da nossa grande variedade de bonecas de diferentes origens, culturas e raças", diz Stephanie Spanos, Relações Públicas da American Girl.

A empresa mantém sua série 'My American Girl' , onde colecionadores podem criar bonecas à sua semelhança, e também a "Garota do Ano".

  

A foto postada pela American Girl no Facebook para anunciar a aposentadoria de quatro bonecas. Internautas protestaram pelo fim das bonecas negra e asiática.

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