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Bovespa abre em alta, seguindo tendência mundial

Temores com crédito dão trégua e bolsas de valores voltam a subir em todo o mundo

13 de agosto de 2007 | 11h19

Os temores com o mercado de crédito deram uma trégua nesta segunda-feira, 13, e as bolsas de valores voltaram a subir em todo o mundo, embora muitos analistas prevejam a continuação da instabilidade.  Veja também:Após injeção do BC, Bolsa de Tóquio fecha em alta de 0,21%Volatilidade nos mercados deve continuar, dizem analistasJapão injeta dinheiro, mas Bolsa de Tóquio abre em baixaEntenda os efeitos da crise do setor imobiliário dos EUA Veja o comportamento dos mercados  O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), abriu em alta, seguindo o comportamento das demais bolsas ao redor do mundo. Às 10h15, o Ibovespa avançava 1,93%, aos 53.655,7 pontos. Em Nova York, os índices futuros de ações registram valorizações superiores a 1%. As principais bolsas da Europa também abriram o dia em alta. O índice Dax da bolsa de Frankfurt subia 0,5% no começo do pregão. Londres e Paris abriram com ganhos de 1,2% e 1,1%, respectivamente. A abertura em alta dos mercados segue o que ocorreu na Ásia, onde as ações também voltaram a subir. O indicador que reúne as bolsas de valores asiáticas menos o mercado do Japão avançou 0,87%, para 459 pontos. No Japão, a bolsa de Tóquio fechou com ganhos de 0,2%. Só nesta segunda, o Banco Central japonês injetou US$ 5,1 bilhões no sistema financeiro, em uma operação de uma semana. Nervosismo No entanto, analistas prevêem que o nervosismo resultante da crise no mercado de crédito imobiliário de risco nos Estados Unidos deverá perdurar durante a semana.  O Banco Central Europeu (BCE) anunciou nesta segunda que irá injetar cerca de 48 bilhões de euros (cerca de R$ 120 bilhões) no mercado para melhorar a liquidez.  Esta é a terceira vez em três dias que o BCE intervém no mercado para evitar uma crise de grandes proporções.  O nervosismo nos pregões aumentou com a falência do banco americano de crédito imobiliário HomeBanc no final de semana.  Muitos analistas dizem que a alta das bolsas não deve continuar. Especialistas do banco ING prevêem que as cotações ainda deverão cair "de 4% a 6%".  No entanto, também há quem diga que a situação não está tão ruim assim. O diretor do banco de crédito imobiliário alemão Eurohypo, por exemplo, afirmou que a empresa compensará logo as perdas causadas pela crise e que o mercado está "histérico".

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