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Bovespa acompanha altas na China e EUA e registra +1,20%

Queda no mercado internacional influenciou no fechamento do câmbio e dólar caiu 0,11%, cotado a R$ 1,844

AE,

20 de agosto de 2009 | 17h17

A Bovespa se beneficiou nesta quinta-feira, 20, pelo comportamento melhor das bolsas na China e pela sustentação da alta das norte-americanas, mas teve dificuldades em buscar os 57 mil pontos. No final do pregão, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa de São Paulo, fechou em alta de 1,20%, aos 56.831,48 pontos.

 

Em Nova York, o dado que mostrou melhora na atividade industrial na região de Filadélfia e o avanço das bolsas na China permitiram que as bolsas operassem em alta, embora sem embarcar no fôlego da compra de ações iniciada em março, que sofreu uma pausa esta semana. O índice Dow Jones subiu 0,76; Nasdaq teve alta de 1,01%; e S&P-500 avançou 1,08%.

 

As bolsas europeias acompanharam a reação de Wall Street ao dado do Fed Filadélfia e demonstraram mais fôlego para seguir o avanço de 4,5% na Bolsa de Xangai. Nos últimos dias, o comportamento das bolsas chinesas tem influenciado os demais mercados, em meio à visão de que a demanda vinda da China pode ajudar a economia global a sair da recessão. A Bolsa de Londres terminou em alta de 1,43%; Paris subiu 1,59% e Frankfurt teve alta de 1,51%.

 

O dólar começou o dia pressionado, depois de uma atuação do BC nesta última quarta-feira, 19, considerada mais pesada do que nos outros dias. O movimento, no entanto, não se sustentou. A moeda americana oscilou nos dois campos frente ao real, acompanhando - pelo segundo dia consecutivo - o índice S&P500 em Nova York. No final do dia, seguindo a desvalorização do dólar no mercado internacional, a moeda norte-americana estava valendo R$ 1,844, caindo 0,11%.

 

Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), apresentada pelo IBGE, levaram a um movimento de alta das taxas futuras de juros. Ao término da negociação normal na BM&F, o juro pós-fixado com vencimento em 2011 (169.735 contratos) estava em 9,58%, de 9,54% no ajuste e 9,53% no fechamento desta última quarta-feira. O DI janeiro de 2012 (91.230 contratos) avançava a 10,99% (máxima), de 10,85% no fechamento e 10,86% no ajuste nesta última quarta-feira.

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