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Bovespa atinge os 65 mil pontos pela 1ª vez na história

Otimismo nos mercados é renovado com expectativa de corte nos juros dos Estados Unidos; dólar cai

29 de outubro de 2007 | 11h44

A expectativa por um novo corte de juros nos Estados Unidos devolveu o otimismo ao mercado financeiro nesta segunda-feira, 29, levando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a novo recorde histórico. Às 11h28, o principal índice da Bolsa subia 1,18%, operando acima dos 65 mil pontos pela primeira vez na história. No mercado de câmbio, o dólar caía 0,17%, cotado a R$ 1,766.   Analistas do mercado acreditam que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) poderá reduzir o juro em até 0,50 ponto percentual, nesta quarta-feira, num esforço para evitar problemas provenientes de contínua desaceleração do mercado imobiliário, que ficou evidente nas várias baixas contábeis divulgadas pelas empresas de serviços financeiros.   Nos Estados Unidos, as bolsas norte-americanas devem abrir em alta, com a expectativa de mais um corte nos juros minimizando eventuais preocupações com a forte apreciação do petróleo. A decisão do conselho do Merrill Lynch de afastar Stanley O'Neal do posto de executivo-chefe (CEO) da instituição é também comemorada nesta manhã, enquanto os ganhos dos metais sustentam as mineradoras, especialmente na Europa. Às 11h18 (de Brasília), o futuro Nasdaq-100 subia 0,54% e o S&P 500 avançava 0,23%.   Nesta manhã, o petróleo furou a marca de US$ 93,00 por barril pela primeira vez na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) ao atingir US$ 93,20 por barril, mas às 11h06, era negociado abaixo desse patamar, aos US$ 92,18. Em Londres, foi registrada a marca recorde de US$ 90,00.

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