Bovespa bate recorde de pontuação

O mercado de ações ensaiou uma realização de lucros, mas acabou mantendo a trajetória de alta e bateu novo recorde de pontuação nesta segunda-feira. Sem notícias novas e com o cenário externo tranqüilo, a Bovespa viu o giro financeiro se reduzir enquanto os investidores trocavam ações mais líquidas por papéis de segunda linha. O dólar subiu 0,87%, para R$ 2,679, os juros futuros ficaram estáveis, o risco país caiu 1,05%, para 375 pontos-base, enquanto o C-Bond ganhou 0,06%, vendido com ágio de 2,25%. O Ibovespa fechou em alta de 0,88%, em 29.455 pontos.O volume financeiro ficou em R$ 1,666 bilhão, abaixo da média dos últimos dias. Agora, o índice da Bolsa paulista acumula valorização de 4,68% em março e de 12,44% em 2005. A Bovespa informou que, pela primeira vez, o valor de mercado das empresas que negociam ações ultrapassou R$ 1 trilhão, tendo atingido, na sexta-feira, R$ 1,004 trilhão.A Bolsa chegou a operar em queda de 0,05%, mas por muito pouco tempo. Na máxima do dia, o índice de ações subiu 1,33%. O mercado refletiu os bons indicadores da economia brasileira e também o cenário internacional, com os preços do petróleo futuro em baixa. Em Wall Street, o Dow Jones recuou 0,03% e a Nasdaq subiu 0,95%.As maiores altas do Ibovespa foram de Embratel PN (6,76%), Ipiranga Petróleo PN (5,23%) e Banco do Brasil ON (4,66%). As maiores quedas ficaram com Tele Centro Oeste PN (3,43%), Tele Leste Celular PN (2,13%) e Brasil Telecom ON (1,64%). As taxas de juros futuros moveram-se com discrição, e os principais contratos na BM&F terminaram próximos da estabilidade, num dia de liquidez reduzida.

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